segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Trecho de uma conversa entre eu e minha amiga Mônica Cruz, sobre os povos da Bolívia e Peru.

       Esse povo é capaz de muitas coisas, que o próprio ser humano faz questão de diminuir...eles vivem em um lugar tão lindo, e que a realidade é tão dura. Eles não passam fome, pois sabem trabalhar com a Terra, sabem construir com rochas (qualquer coisa que precisem), eles têm consciência de suas capacidades, seus valores. Ninguém fala que as obras construídas pelos franceses, belgas e ingleses foram construídas por alienígenas. Só as Pirâmides Egípcias, Machu Pichu, etc. E por quê? porque eles não sabem explicar, porque a capacidade física e mental desse povo estava e está há anos luz de distância dos ocidentais hipócritas e atrasados. Mônica, nós moramos em um país continente, e sabemos que moramos também em uma cidade, que se parar ela, para tudo! Desde quando alienígena precisa de caminho submerso? esse povo é capaz de viver, mesmo com o que fizeram e continuam fazendo com eles. Eles são mais resistentes que as rochas que constroem suas casas, ruas, caminhos e cultivo. O povo boliviano tem vergonha na cara, faz festa sim, dança e toca em suas ruas (em suas datas importantes), mas fazem Greve!!!

sábado, 17 de setembro de 2011

Fogo

Eu bolo o plano, o sistema ferve, a cinza cai.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

 A marginalização e a exclusão, atestam que os excluídos formam o embrião de uma nova abordagem, um mundo novo.

Dedicado a todos aqueles que ainda acreditam e principalmente à Simone Leite.

sábado, 30 de julho de 2011

Soul do baque que não aniquila,
 nasci com ele em minhas veias,
 representando a força contemporânea de Ali e a de outrora Piquerobi.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Força Pública


"Força Pública" é uma das ferramentas do Estado que, por sua vez, defende os interesses do poder privado (minoria dominante).
Não sou contra a polícia, nem contra os chamados criminosos (comerciantes). Sou contra o Estado, que em sua própria existência já atesta a patifária à que representa.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

"Agora é só mais um final de tarde,
estou vivendo um pesadelo, cercado de muros e grades
Ainda tenho na mente as lembranças, a visão da quebrada e a gritaria das crianças...
As feridas se recusam a cicatrizar,
que falta faz um Lar,
Cadê a lealdade dos ficaram por lá."

Original trecho de "Final de tarde"
(Testa, Dinho e Zóio-verde)

Verão de 2003
"Now it's just late afternoon,
I'm living a nightmare surrouded by walls and fences
I still have in mind the memories,
the vision of the Outskirt and the screaming of children...
Refused woud to heal,
missing is a home
where is the loyalty that remaine there."

Trecho de "Final de tarde"
(Testa, Dinho e Zoio-verde)
Verão de 2003